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ESPAÇO "EROS" - UROLOGIA

SÍNTESE DO TRABALHO:
Diagnóstico e tratamento de rim, bexiga e próstata. O trabalho abrange tanto pacientes do sexo masculino quanto do sexo feminino, haja visto a maior incidência de cistites e infecções urinárias em pacientes do sexo feminino.



TRATAMENTOS:
Na primeira consulta é feito um exame completo, também com a utilização dos modernos recursos da ultra-sonografia, para possibilitar um diagnóstico preciso, um tratamento eficiente e uma intervenção segura.

CIRURGIAS:
- Vasectomia;
- Postectomia (fimose).

CONVÊNIOS DO PROFISSIONAL:
Terra Branca;
Unimed;
São Vicente;
Hamamelis.




PROFISSIONAL:
Ivan E. R. Segura
CRM 35.620


VER CURRÍCULO DOS PROFISSIONAIS

 



Eros, Afrodite e Ares

EROS

Capaz de subjugar corações e triunfar sobre o bom senso. Deus grego do amor e do desejo, também conhecido em Roma como Cupido (Amor, em latim), Eros encerrava, na mitologia primitiva, significado mais amplo e profundo. Ao fazê-lo filho do Caos, vazio original do universo, a tradição mais antiga apresentava-o como força ordenadora e unificadora. Seu poder unia os elementos para fazê-los passar do caos ao cosmos, ou seja, ao mundo organizado. Em tradições posteriores era filho de Afrodite e de Zeus, Hermes ou Ares, segundo as diferentes versões. Platão descreveu-o como filho de Poro (Expediente) e Pínia (Pobreza), daí que a essência do amor fosse "sentir falta de", busca constante, em perpétua insatisfação.

Seu irmão Ânteros, também filho de Afrodite, era o deus do amor mútuo e, às vezes, oponente e moderador de Eros. Artistas de várias épocas representaram com freqüência o episódio da relação de Eros com Psiqué, que simboliza a alma e constitui uma metáfora sobre a espiritualidade humana.

 

Inicialmente representavam-no como um belo jovem, às vezes alado, que feria os corações dos humanos com setas. Aos poucos, os artistas foram reduzindo sua idade até que, no Período Helenístico, a imagem de Eros é a representação de um menino, modelo que foi mantido no Renascimento. Apesar de sua excepcional beleza ser altamente valorizada pelos gregos, seu culto tinha modesta importância.

Com seu arco disparava flechas de amor nos corações dos deuses e dos humanos. Afrodite, sua mãe, havia sentido ciúmes de Psiqué, cuja beleza causava tumulto por onde passasse. A deusa ordenou que ele fizesse com que Psiqué se apaixonasse por alguma pessoa de nível muito baixo. Ele a encontrou dormindo e, como acabou acordando-a ao tocá-la com uma de suas flechas, ficou tão maravilhado por sua beleza que, acidentalmente, arranhou a si mesmo com a flecha e se apaixonou por ela.


Substituindo EROS por AMOR, BELEZA por AFRODITE, ALMA por PSIQUÉ, vemos o real sentido da explicação mítica do enamoramento e do amor.

O Amor (Eros) subjuga corações e triunfa sobre o bom senso. Filho de Caos e de Afrodite (beleza), o Amor é uma força ordenadora e unificadora, que une os elementos e os faz passar do caos ao cosmos (mundo organizado), ferindo os corações dos humanos com setas.

A Beleza (Afrodite) sentiu ciúmes da Alma (Psiqué), ordenando ao Amor (Eros) que a fizesse gostar de alguém ruim.

O Amor se apaixonou pela Alma, pois esta era muito linda, após ter visualizado a sua beleza e se embaraçado a ponto de arranhar-se em uma de suas flechas. O Amor se dá pela beleza da Alma. (Fernando Fernandes)

ACIMA: IMAGEM DE EROS DEPILANDO